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Open Access: um sopro de esperança para a ciência brasileira

 

 

A informação científica é o insumo básico e crucial para o desenvolvimento das pesquisas científicas. A informação científica é o resultado dessas pesquisas e é publicada em revistas com revisão por pares. O tradicional sistema da comunicação científica, do qual emerge a informação cientifica, beneficia preferencialmente as revistas científicas publicadas em língua inglesa e, principalmente, aquelas publicadas em países desenvolvidos. Como resultado, países como o Brasil e outros em desenvolvimento, têm sido prejudicados por esse sistema. Existem hoje, no mundo, cerca de 30 mil títulos de revistas científicas. Deste total, o ISI indexa cerca de 10 mil títulos, sendo que em 2008, indexava 102 revistas publicadas no Brasil, o que mostra a relativa baixa visibilidade das pesquisas brasileiras junto a comunidade científica internacional. Há em torno de 2,5 milhões de artigos que publicados anualmente nestes 30 mil títulos de revistas.

 

Diante deste cenário, o movimento para o acesso aberto (“Open Access”) objetiva: 1) acesso em linha (online) à produção científica; 2) acesso livre de custos à produção científica; 3) acesso imediato à produção científica; 4) acesso permanente à produção científica. Há vários modos de alcançar essas metas, que, junto com políticas institucionais e de incentivo ao Acesso Aberto, contribuirão para uma mudança qualitativo no cenário atual e restrito da comunicação científica.

Estes, entre outros, serão os temas abordados na palestra proferida por Hélio Kuramoto, atualmente tecnologista senior III do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia do Ministério de Ciência e Tecnologia (IBICT-MCT), que tem uma vasta experiência nacional e internacional no movimento de Open Access, e  atua em prol da disseminação desse modelo de comunicação científica no Brasil.

 

Cartaz de divulgação

 

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